Transformamos sonhos e brincadeiras
em realidade

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Parada Pedagógica

Nos dias 2 e 28 de março, a equipe de educadoras do Quintal Mágico realizou um trabalho muito importante: um planejamento participativo com foco na criação de espaços pedagógicos nos quintais da escola, atendendo um importante princípio da escola de promover a educação com a natureza! Facilitados por Amanda Frug, esses momentos representaram o pontapé inicial do projeto Uma Floresta em Nosso Quintal , que irá revitalizar os quintais da escola, criando ambientes educativos ao ar livre, onde as educadoras possam desenvolver atividades diariamente com seus alunos, promovendo o contato direto com a natureza.

Com o objetivo de promover, entre as educadoras, a partilha de sonhos em relação a espaços e materiais pedagógicos para atender as demandas sentidas com seus alunos e a partir disso, elaborar planos de ação de forma participativa, a equipe “arregaçou as mangas” e trabalhou muito!

Caminhando pelos quintais da escola e pensando em seus educandos, as professoras identificaram vários sonhos de enriquecimento daqueles espaços de forma a possibilitar mais contato e interação das crianças com os ambientes naturais. Todos estes foram listados e depois foi feito um planejamento para tornar cada sonho em realidade!

Foram criados grupos de trabalho para facilitar a execução dos sonhos e contar com a participação de todas nesse rico processo.
Conheça o projeto e contribua com a realização destes sonhos!


Campanha do juntos.com e projeto Uma Floresta em nosso quintal

Conheça e participe da Campanha juntos.com para a primeira fase do projeto
UMA FLORESTA EM NOSSO QUINTAL


Projeto realizado em parceria com a Humanaterra para promover a educação com a natureza em nossos quintais! Acesse o link e faça a sua doação, ou escreva para o Quintal para saber outras formas de participar e contribuir!

E-mail Quintal Mágico: quintal_magico@quintalmagico.org.br

Faça sua doação: http://www.juntos.com.vc/projeto.php?id=84



Amanda Frug

Ecóloga, Educadora, Facilitadora de Processos, Idealizadora e Coordenadora de Projetos da Humanaterra, agora também parte da equipe do Quintal. Amanda entrou para contribuir com o fortalecimento institucional do Quintal Mágico, contribuindo com a criação de projetos, captação de recursos e facilitação de processos em grupo, além de realizar a coordenação geral do Projeto Uma Floresta em Nosso Quintal.

Conheça mais sobre Amanda Frug
http://humanaterra.wordpress.com/sobre-nos/
https://www.facebook.com/amandafrug?ref=tn_tnmn

Matérias publicadas por Amanda Frug em mídias
Natureza Cíclica, Atitude Linear – publicado exclusivamente pela Revista Jd’ em março de 2013
Permeando a Permacultura - publicado exclusivamente pela Revista Jd’ em abril de 2013
HumanaTerra – Educação junto com a Natureza - publicado exclusivamente pela Revista 39+ em março de 2013





Humanaterra


Esse início de ano foi marcado como uma forte parceria para o Quintal! A Humanaterra, que dá assessoria para projetos de educação com a natureza e também em permacultura em agroecologia urbana, está trabalhando junto para a implantação de sistemas agroecológicos nos quintais da escola, que irão enriquecer e embelezar diversos espaços para se tornarem cantinhos mágicos, onde nossas crianças poderam brincar, crescer e se desenvolver interagindo com a natureza, participando dos ciclos de preparo da terra, plantio, colheitas, culinárias e compostagem, e assim ter a experiência direta com os ciclos que promovem a vida e são essenciais à nossa existência.

Os quintais ficarão cheios de flores, cores, aromas. Árvores com sombras gostosas e balanços, borboletas para seguir e sorrir!

Além de espaços educativos e muito gostosos, a revitalização dos quintais irá favorecer o microclima da região e trazer muitos ganhos ambientais como melhora da qualidade do ar, equilíbrio da temperatura e redução de resíduos para os aterros.

Conheça a Humanaterra:
http://humanaterra.wordpress.com

Saiba mais sobre permacultura e agroecologia:
http://permaculturabrasil.blogspot.com.br
http://www.agriculturaurbana.org.br/RAU/AUrevista.html
http://permaculturabr.ning.com




Amanda Frug

Ecóloga, Educadora, Facilitadora de Processos, Idealizadora e Coordenadora de Projetos da Humanaterra, agora também parte da equipe do Quintal. Amanda entrou para contribuir com o fortalecimento institucional do Quintal Mágico, contribuindo com a criação de projetos, captação de recursos e facilitação de processos em grupo, além de realizar a coordenação geral do Projeto Uma Floresta em Nosso Quintal.

Conheça mais sobre Amanda Frug
http://humanaterra.wordpress.com/sobre-nos/
https://www.facebook.com/amandafrug?ref=tn_tnmn

Matérias publicadas por Amanda Frug em mídias
Natureza Cíclica, Atitude Linear – publicado exclusivamente pela Revista Jd’ em março de 2013
Permeando a Permacultura - publicado exclusivamente pela Revista Jd’ em abril de 2013
HumanaTerra – Educação junto com a Natureza - publicado exclusivamente pela Revista 39+ em março de 2013





Natureza cíclica, atitude linear – onde será que isso vai dar?

Crescem as grandes cidades! A vida vai ficando insuportável. Os ciclos naturais são forçadamente linearizados, ou pelo menos é o que se tenta para corresponder às expectativas de uma sociedade de consumo. Depois de anos de êxodo rural, passamos a observar um grande êxodo urbano. Mas o que tornou insuportável o urbano? Será que não estamos repetindo todos os padrões no “rural”? Onde foram parar os ciclos que garantem a vida? Rever atitudes é uma questão urgente!

Trânsito, fila, barulho, poluição, aperto, correria, pressão, chega! Muita gente não aguenta mais. E aí mudar para um lugar mais tranquilo parece ser uma ótima solução! O ar puro, as matas, gente simpática e a calmaria de lugares como a nossa Granja Viana atraem cada vez mais as pessoas das grandes cidades, que vem em busca de uma melhor qualidade de vida.

Mas o que levamos quando nos mudamos? Além de nossos pertences, obviamente, levamos também os nossos hábitos. Comprar sem pensar da onde vem aquilo e pra onde vai depois que vira lixo, dar descarga sem se importar se o esgoto será tratado ou não, passar por uma série de córregos imundos e achar “normal”, se acostumar com o barulho da moto serra que corre solta, ficar contente com a chegada de mais shoppings, pois afinal de contas, vamos ter mais opções de onde comprar!

E por aí a calmaria da Granja já era!

O que não conseguimos mais ver, muito menos sentir é que a natureza funciona em ciclos e que por incrível que pareça, ainda somos parte da natureza. Porém, desde a revolução industrial, passamos a agir e conceber a matéria de um modo linear. Essa contradição é a grande chave de todo o caos que estamos vivendo hoje.

Um ótimo exemplo é a questão do lixo, observamos: o que é lixo na natureza? Dentro de uma floresta há lixo? Quais são os resíduos? Plantas e animais que morrem se reintegram ao sistema sendo decompostos pelos incríveis microorganismos e assim viram adubo às plantas, que alimentarão os animais, que dispersarão as sementes das plantas e assim sucessivamente o ciclo da vida segue em frente, com a morte fazendo parte integrante e natural da história. Até que um dia alguém descobriu o petróleo, inventou o plástico, o vidro, os mil derivados e aí? Nada disso se decompõem e nem se integra ao ciclo da vida, nada disso morre e se transforma em vida novamente. O planeta não veio com um reservatório infinito de resíduos, o planeta é finito e está se findando. Fortunas se perdem na gestão do lixo, espaços que podiam virar escolas, hospitais, moradias, são transformados em aterros que rapidamente saturam suas capacidades, lixões e mais lixões ao céu aberto contaminam a vida em um ritmo desenfreado. Não existe um fim, muito menos um recomeço, por mais reciclagem que haja, transformamos em linear e aí não tem mais jeito!

Outro bom exemplo é a água, com seu grande poder de purificação, recurso natural renovável! Será? Ultrapassamos os limites da água, a tal ponto que para nossas crianças e jovens, os rios nasceram sujos e sempre serão sujos, rio limpo virou conto de fadas.

Então, caro leitor, não adianta mudar de casa, de bairro, de cidade, precisamos de uma mudança de atitude! Precisamos de fato nos responsabilizar por tudo o que consumimos e produzimos, desde a pasta de dente que usamos até o terreno que compramos, a casa que construímos... É preciso parar para pensar de onde vem e para onde vai e como vai, à água, o lixo, os animais das florestas desmatadas onde se erguem belos condomínios e como tudo isso volta em diversas formas para nós. Desastres ambientais como as fortes tempestades que destroçam nossos telhados, afogam nossos carros, sujeira, poluição, calor, enchentes, pobreza, miséria, falta de água, falta de energia, desmoronamentos, etc. Tudo resultado de tentar fazer ser linear o que é por natureza cíclico, a vida!

Sustentabilidade é por essência tornar cíclico e é necessário promover essa visão (porque estamos muito cegos!). Então olhe a sua volta, olhe para tudo que você consome e procure ver os ciclos! Reciclagem e principalmente a compostagem de resíduos orgânicos são excelentes na reintegração de materiais. Tecnologias para o tratamento residencial da água já existem em abundância e são de fácil implementação. Uma horta doméstica, um pomar e porque não até, uma agrofloresta no lugar de imensos gramados, melhoram o ar, promovem uma série de ciclos de vida de plantas e animais, trazem cores, paisagem, retém a água da chuva – evitando enchentes e desmoronamentos – e embelezam os espaços, além de oferecerem diversidade de alimentos sem produtos químicos para sua família.

Mais do que tudo, promover os ciclos da vida é promover a vida dentro de nós, fazer a água tornar a fluir limpa é purificar e deixar fluir nossas emoções; plantar, colher, compostar e tornar a plantar novamente é reestabelecer a parceira entre os seres vivos, fundamental à vida de todos os seres e isso faz bem pra alma, pra mente e pro corpo!  Reunir-se em grupos para restabelecer os ciclos, é resgatar um pouco da vida em aldeia e assim não nos sentimos mais tão sozinhos e podemos perceber que unidos temos muito mais força, motivação e alegria, o que nos torna pessoas mais felizes. Bons exemplos disso são os grupos Hortelões Urbanos e a Horta Comunitária da Vila Pompéia no facebook que organizam vários plantios coletivos, e aqui mais perto, na nossa região, os mutirões da Humanaterra que ocorrem uma vez por mês tem reunido grupos lindos com mão na massa total reestabelencendo os ciclos! Não há nada melhor à vida do que viver promovendo vida! E como a famosa frase de um belo filme já disse “felicidade só existe se pode ser compartilhada”, então, mão na massa povo!


Onde achar

Hortelões Urbanos http://www.facebook.com/groups/170958626306460/?fref=ts
Horta Comunitária da Vila Pompéia https://www.facebook.com/groups/129694553862844/
Mutirões e Cursos Humanaterra - http://humanaterra.wordpress.com/agenda/



Amanda Frug

Ecóloga, Educadora, Facilitadora de Processos, Idealizadora e Coordenadora de Projetos da Humanaterra, agora também parte da equipe do Quintal. Amanda entrou para contribuir com o fortalecimento institucional do Quintal Mágico, contribuindo com a criação de projetos, captação de recursos e facilitação de processos em grupo, além de realizar a coordenação geral do Projeto Uma Floresta em Nosso Quintal.

Conheça mais sobre Amanda Frug
http://humanaterra.wordpress.com/sobre-nos/
https://www.facebook.com/amandafrug?ref=tn_tnmn

Matérias publicadas por Amanda Frug em mídias
Natureza Cíclica, Atitude Linear – publicado exclusivamente pela Revista Jd’ em março de 2013
Permeando a Permacultura - publicado exclusivamente pela Revista Jd’ em abril de 2013
HumanaTerra – Educação junto com a Natureza - publicado exclusivamente pela Revista 39+ em março de 2013





Permeando a Permacultura...

Mais do que técnicas sustentáveis, precisamos de uma nova visão de mundo!

Com origem na década de setenta, a Permacultura ainda é pouca conhecida em nossos tempos. Baseada em princípios de convivência harmônica com o meio, traz uma série de técnicas para aperfeiçoar nossa ação no planeta. O conhecimento e principalmente a prática desses princípios, amadurecem o nosso olhar e são capazes de transformar integralmente nossa visão de mundo.

            Querendo plantar, compostar, construir em pequena ou grande escala, de forma sustentável, a permacultura te ensina várias maneiras de como fazer, mas o que quero trazer aqui é um pouco do que ela nos ensina a respeito do porque fazemos e para que fazemos. Ganhos que recebemos com a prática, se estivemos abertos a receber.

            Aplicando o principio das Funções Múltiplas ou tudo deve servir para pelo menos duas funções, por exemplo, passamos a repensar cada objeto ou sistema introduzido a nossa volta. Qual é a função do vaso parado na estante? Além de um enfeite ou recordação, ele tem a função de receber flores, que deveriam crescer no jardim, mas e se não temos um jardim? Deve ser por falta de tempo, de espaço ou de saber cuidar. Para a falta de espaço ou de saber cuidar, a permacultura propõem uma série de soluções, porém a falta de tempo só com a gente mesmo... Precisamos trabalhar para ganhar dinheiro, para nas férias viajar e trazer o vaso de lembrança que de vez em quando receberá umas flores que compramos para receber visita... E se abríssemos uma janela nessa rotina para prover um jardim, o que ganharíamos? Contato com a terra e as plantas que ajuda a relaxar e refletir; melhora da paisagem, flores para embelezar o jardim e preencher o vaso! Perdemos a noção das funções do trabalho, que assim como o vaso da estante, foi reduzido a uma única função: ganhar dinheiro. Segundo o ilustre educador francês Célestin Freinet, em seu livro Pedagogia do Bom Senso, “trabalho é como o coração social do homem”, é o que dá sentido à nossa existência e por meio do que contribuímos à casa – Terra e aos irmão e irmãs companheiros de jornada. Com certeza que, essencialmente, o trabalho não é apenas uma forma de ganhar dinheiro.

Diversidade atrai diversidade – tai outro princípio! De onde vem o sucesso da floresta de conseguir ter imensas arvores, inúmeros animais e plantas? A própria diversidade! Que promove a estabilidade e o equilíbrio do sistema. Então reproduzimos isso no jardim e junto às flores, entram temperos e hortaliças sem agrotóxicos, veja que beleza! As flores atraem as borboletas que deixam mais belo ainda o jardim e mais alegre a vida, se tivemos olhos para ver e receber essas bênçãos que a natureza nos dá nos pequenos detalhes.

No campo humano significa valorização das diferenças, percebê-las como riquezas que garantem estabilidade e equilíbrio ao sistema, assim como nas florestas. Compartilhar excedentes - outro belo princípio - é lembrar que não estamos sozinhos e que dependemos uns dos outros para manter a vida! Rever nossos padrões de consumo e nossa acumulação de excedentes. Na ótica da permacultura esse acúmulo não gera prosperidade, mas sim estagnação. Compartilhando, com a natureza e com as pessoas, nutrimos nossas relações, nossas redes de interdependências e o recurso fundamental para as mudanças que queremos ver no mundo, as pessoas!

Vivemos uma transição de paradigmas! Mais cooperação, menos individualismo, mais contato com a terra, menos estagnação, agir a favor da natureza em nossas propriedades, promover e valorizar a diversidade em todos os campos, enxergar as conexões que nos unem e nos fazem dependentes, perceber que o acúmulo individual não leva a nada se não estivermos cuidando e nutrindo também o mundo de relações em que vivemos, e que viver em função do trabalho que apenas traz o dinheiro é negar nosso “coração social” e assim negar o essencialmente humano, são alguns dos despertares que a prática da permacultura nos oferece, abrindo nossos olhos, dando mais sentido aos nossos esforços e certamente nos fazendo mais felizes!   


Amanda Frug

Ecóloga, Educadora, Facilitadora de Processos, Idealizadora e Coordenadora de Projetos da Humanaterra, agora também parte da equipe do Quintal. Amanda entrou para contribuir com o fortalecimento institucional do Quintal Mágico, contribuindo com a criação de projetos, captação de recursos e facilitação de processos em grupo, além de realizar a coordenação geral do Projeto Uma Floresta em Nosso Quintal.

Conheça mais sobre Amanda Frug
http://humanaterra.wordpress.com/sobre-nos/
https://www.facebook.com/amandafrug?ref=tn_tnmn

Matérias publicadas por Amanda Frug em mídias
Natureza Cíclica, Atitude Linear – publicado exclusivamente pela Revista Jd’ em março de 2013
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A formação de professores na Educação Infantil

A formação em serviço é uma condição necessária para a preparação do profissional docente reflexivo.

O dia da parada pedagógica é o momento para essa formação, momento para troca de conhecimentos. É o dia em que pensamos na nossa prática e dividimos dúvidas, angústias e boas ideias com as colegas de trabalho.

Através de conversas sobre o brincar, o papel do professor na educação infantil, a arte de contar de histórias, desenvolvimento infantil, ou seja, assuntos que fazem parte do cotidiano na creche, o professor do Quintal Mágico tem um espaço para expressão.

No começo não foi fácil. Quando iniciamos a formação em serviço, em maio de 2012,  todos mostraram-se bem tímidos e até  certo ponto, receosos por não saber o que estava por vir.
Aos poucos as professoras foram se soltando e cada vez mais, expondo suas dúvidas e pensamentos sobre os assuntos discutidos. Logo que surgiram as primeiras dúvidas  também sugiram os primeiros conselhos das colegas.

O medo de falar deu espaço ao arriscar. Durante a formação, todos precisam em determinado momento, dar sua opinião sobre algum tópico trazido para discussão do dia. É possível errar (afinal não sabemos tudo) mas não é permitido não tentar.

O grupo, aos poucos, está se abrindo e percebendo cada vez mais o seu potencial. Estão se preparando juntas para a realização de suas tarefas diárias e para os desafios que venham a enfrentar.

Todo processo educativo se dá de forma contínua e é por esse motivo que avaliamos e construímos nossos saberes a cada formação.


Sandra Puliezi, Doutoranda

CV: http://lattes.cnpq.br/5851271213296370

Iniciei a pós-graduação na PUC-SP em agosto de 2009. Minha pesquisa de mestrado investigou as relações entre processamento fonológico e leitura em um grupo de crianças que cursavam o 1º ano do ensino fundamental. Hoje me dedico integralmente ao doutorado e às atividades do EIDEP, estudando a fluência, precisão e compreensão de leitura. O trabalho no grupo é muito gratificante e estou sempre aprendendo com os colegas. Antes de ingressar no Mestrado eu era professora alfabetizadora e coordenadora pedagógica e sempre amei trabalhar com Educação. É por esse motivo que não consigo pensar em Psicologia sem pensar na Pedagogia, estabelecendo pontes entre a aprendizagem infantil e a prática docente.